segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Natal feliz

Porque Natal é bom assim:
junto dos amores de minha vida e com aqueles outros que vieram somente na lembrança...

Então, Feliz Natal, lógico!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Mania de saudade

Saudosista-confesso tenho problemas para me desfazer das situações já vividas. Por isso, penso que o presente dá conta de me fazer esquecer bons momentos para que o futuro possa chegar sem medo.

Mas, lembranças da época acadêmica que arrebataram de jeito quando voltei à faculdade outro dia. Caminhar pelos blocos, ver aqueles calouros fazendo suas matrículas, decidindo entre quais disciplinas pegar, tomar café no mesmo bar de sempre...

Momentos que fizeram essa mania de saudade me machucar um pouquinho. Porque quando as lembranças vêm, elas trazem consigo pessoas que fizeram parte de nós – por uma disciplina, um semestre ou uma profissão inteira.

Então, foi lá na UCS, no Bar do Olavo, que me lembrei dos bons amigos que fiz entre as disciplinas que escolhi. Tomando café, ali sozinha, lembrei com graça de que cerveja com fritas é o banquete do grupo chamado Conselho.

Foi estranha a sensação de que muito raramente poderemos nos encontrar lá de novo. Talvez porque aquele tempo passou definitivamente ou porque nossos encontros estejam cada vez mais raros em qualquer lugar que seja.

Por outro lado, trouxe felicidade ao coração e um sorriso para o rosto. Além disso, a certeza de que cada instante naquele lugar valeu a pena e me tornou uma pessoa melhor ao lado de gente do bem.

E então, vou alimentando essa mania de saudade, porque sempre existe um novo encontro para me fazer lembrar...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Recorde


Já que a moda aqui é postar homenagens de aniversário, não pode passar em vão o fato de que fiquei quase um mês sem escrever uma palavra – ah capaz!
Neste caso, parabéns pra mim, jornalista de meia tigela que não teve nenhum surto criativo nos últimos tempos...

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

FELIZ ANIVERSÁRIO

Bárbara é uma das melhores amigas que alguém pode ter na vida. O carinho que ela tem pelas pessoas é fantástico, preocupa-se em agradar, em cultivar as amizades, em alimentar suas relações.
Tenho por ela uma estima fora do comum. Não sei se por me considerar como uma irmã ou por ver nela um exemplo de profissional e mulher. Mas enfim, a considero demais e sinto-me muito feliz por ter conquistado sua amizade, carinho e confiança.
Porque não foi fácil a aproximação hein! Ela era super arredia, não se comunicava, não dava a mínima pra ninguém e era super auto-suficiente. Uma chata e esnobe, na verdade.
Mas, ao longo dos anos construímos – todos – uma relação muito bacana de cumplicidade, amizade, respeito, carinho e desesperos profissionais. E sempre encontramos amparo um no outro, o que fazia os dias pesarem menos, às vezes.
A falta da convivência diária fez com que os esforços por encontros esporádicos fossem maiores do que as reais possibilidades, mas sempre aconteceram. E, naturalmente, criou-se o Conselho, assim, numa mesa de bar na companhia de cervejas e fritas, como reza a nossa tradição.
E nunca foi demais lembrar os dias em que a faculdade era nossa melhor preocupação e as aulas de rádio nossos passeios mais ecológicos e divertidos. Ok, que nunca irei superar a falta que Bárbara e o Conselho fizeram na minha formatura, mas a vida segue...
E seguiram os desencontros, as faltas que fizemos um na vida do outro. A imensa vontade de – talvez – voltar alguns anos e viver aqueles dias com mais intensidade. Segue a vontade e cumprirmos tudo aquilo que um dia sonhamos e planejamos para nossas vidas.
Não creio, porém, que planejamos encontrar pessoas tão queridas em nossas vidas acadêmicas, não planejamos sermos amigas para sempre e nos vermos a cada aniversário. Queremos mesmo é desfrutar dessa maravilhosa amizade que nasceu na universidade e é fortalecida a cada encontro possível.
Jamais deixaremos de nos dizer nossas verdades – eu pessoais e ela profissionais, admito. Mas, nunca nos magoaremos por isso, pois sabemos que apesar de fortes e doloridas, são desejos sinceros de sermos mais felizes, mais capazes, mais competentes, menos estressadas, menos inseguras, menos preocupadas – sempre.
E, partilhar com Bárbara seus 25 anos é espetacular, porque ninguém planejou completar tantos anos vivendo desse jeito maluco. Então, super precisamos comemorar.
Bárbara, és um amiga muito especial que levo em meu coração. Espero que possamos compartilhar muito sucesso e muita realização pessoal e profissional. E, que estejamos sempre presentes nos momentos difíceis que certamente vamos enfrentar e superar.

Feliz aniversário!!!
Te adoro!!!
07/11/08

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Reunião do Conselho

Ainda que o Caco insista em não vir nunca mais para Bento Gonçalves, o Conselho realiza suas reuniões periodicamente. Encontros em feriados religiosos e a possibilidade de praticarmos esportes foram completamente descartados - desde a última safra de pêssegos que ajudamos a dizimar, no Natal passado, quando também gastei até minha aposentadoria consertando o carro de minha mãe...
Os fracassos do Conselho, no entanto, ficam por conta daqueles que dormem nas mesas de bar, que quebram copos, que queimam a pipoca, que jogam bebidas nas roupas alheias e do Caco, que só vem ao Sul quando o pessoal aqui vai para São Paulo, simultaneamente...

Ainda assim, nós, que somos do bem, brindamos aos conselheiros distantes e telefonamos para gritar oi. Obviamente, Caco também estava em um bar lá em São Paulo. Não era a casa da Morguis, nem o Atalaia e muito menos o Titton’s, mas tudo bem, o importante é a sincronia né...

Eis que a tradicional reunião do Conselho definiu diretrizes profissionais, devolveu a esperança de que dias melhores virão e materializou-se na única chance de tocarmos este ano até o seu final, sem previsões de encontros natalinos, claro!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Eu já sabia...

Ok, minhas férias foram ampliadas – obaaaaaaaaaaa. Tudo bem, eu já sabia...
Porém, os motivos que eu pensava serem óbvios tornaram-se apenas desprezíveis. E ponto final, não se fala mais no assunto.

Há muito eu não fazia diversas coisas que fiz nesses dias de reflexão e folga. Falei horas por telefone com gente que levo com carinho em meu coração, recebi pessoas muito queridas para um chima em minha casa, comi pipoca e assisti sessão da tarde, caminhei no sol com meu cachorro, organizei velhas pendências, visitei amigos antigos e recentes, acordei cedo só pra ter mais tempo de não fazer nada.

De tudo, ficaram algumas lições que eu espero todos tenham chance de aprender nessa vida, ainda que de outras formas. As mais importantes delas: a certeza de que não fui capaz de me corromper e que a democracia é uma grande mentira – ao menos na Cidade Jardim da Serra Gaúcha.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

De malas prontas...

Semana complicada essa. Apesar de não me envolver com política ou em politicagens, trabalho no poder público e ocupo um cargo de confiança.
Então, aproveitei o peso dessa semana que antecede o pleito para organizar algumas coisas. Fica mais fácil ir embora com tudo em mãos, afinal.
Durante todo esse tempo de campanha eleitoral não me manifestei e disse meu voto apenas para poucos, preferi a reserva.
Após as eleições, vou tirar dez dias de férias, para relaxar e pós-monografar finalmente.
Se minhas férias forem ampliadas por motivos óbvios, tudo bem. Afinal, já organizei minhas coisas e estou de malas prontas.

terça-feira, 23 de setembro de 2008


Eu já cansei de ler textos que tratam de amor, já devorei todas as poesias da biblioteca da minha escola, já escrevi os meus próprios poemas, já chorei assistindo filmes, já imaginei a história perfeita e já lamentei pela certeza de não vivê-la.
Sou romântica - confesso e me emociono de verdade, principalmente em filmes. Adoro aquele aperto que dá no peito quando o casal não pode ficar junto, quando há um amor não correspondido e quando um dos dois vaga desesperadamente, ao som daquela trilha sonora divina, sofrendo de amor. Eu sofro junto. E adoro também quando dá tudo certo.
É muito fácil lembrar de cenas de amor, declarações românticas e tudo o mais que envolve o sentimento nesses filmes de romance. Mas, nada me deixou mais emocionada do que P.S.: Eu te amo...
Obviamente não lembro dos nomes dos personagens, tampouco dos atores ou do diretor, nunca lembro disso. Sei que chorei 126 minutos ininterruptamente e compulsivamente – até quando dava risada, era chorando! Ok, emocional à parte, penso ser a maior, melhor e mais sincera prova de amor de que tive notícias.
Eu achava que lembrar de datas era importante, que se preocupar em agradar era importante, que ser amável e carinhoso era importante, que ter tempo para a pessoa era importante, que renovar o sentimento era importante. Ainda acredito nisso tudo, mas aprendi também que é preciso cuidar do seu amor, seja como for... inclusive além da morte que pode separar...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A VÍRGULA

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.



Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.


(Da campanha da Associação Brasileira de Imprensa)