terça-feira, 9 de junho de 2009

Amnésia...

Quando foi mesmo que dissemos a solene frase: "Agora chega de palhaçada"?

Também não lembro! Então, sendo assim...

Viva a palhaçada!!! Viva o pinhão, o quentão, o Imagem & Ação, a pipoca, as fritas, os frios, a Tequila, o show, a caminhada, o Labirinto, a pracinha, o café... Enfim, vivas!!!

Porque agora sim, agora chega de palhaçada!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Conto do Vigário...

Pesquisei na Internet, são mais de 50 golpes. E, claro, eu caí em um deles hoje de manhã. Vou explicar...

Além de ser a redatora e editora da Rota Romântica Magazine (vide post anterior) apresento o Programa RADAR, todas as manhãs, na Inova FM, rádio comunitária de Nova Petrópolis.
Já que sou jornalista e não um saco de batatas (como diria meu diretor na emissora), aceitei o desafio e assumi essa nova empreitada, na qual trabalho há uma semana. Manhãs na rádio, tardes na revista e noites, bem... deixa assim...
Pois bem, o ouvinte pode ligar e comunicar-se via Messenger também – adoro MSN. Hoje adicionei um engraçado (não sei quem, não olhei, autorizei) que pediu música e dedicou aos colegas de trabalho. Sabe o nome dele? Thomás Turbando Souza.
E adivinha, falei no ar, ao vivo, saco de batatas que sou...
Mas nem vem, já sei que ele é amigo do Oscar Alho!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Suuuuuuuuuuuceeeeeeeeeeeeessoooo!!!

Lançamento da Rota Romântica Magazine, sexta, 29 de maio, em Novo Hamburgo...



Uma coletiva que foi a piada do século, um sem fim de discursos, muitos apertos de mãos e tapinhas nas costas.

E, pra variar, um VT de apresentação da mais nova revista turística do pedaço, papo rápido no microfone, um jantar estupendo e um brinde ao sucesso.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Lições


Sabiamente, naquela noite a mãe sentou suas três filhas à mesa de jantar com alguns propósitos, que não apenas comer. Falou de passado, projetou futuro, deu exemplos e resgatou algumas lembranças esquecidas. E pediu apenas que escutassem. Naquela noite, a habitual democracia não aconteceu. Diante daquela conversa, em que só a mãe falava, as filhas refletiam e concordavam em um diálogo silencioso. Foi uma bela lição...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Help!!!

Olha, posso estar enganada, mas, me parece que a filha-da-putice, a canalhice e a patifaria vieram com força nessa estação. E ai de quem falar que não há novidade alguma nisso, hein!

Outro dia tava assistindo novela pra dar uma relaxada – ok, ok, mas é legal desligar os botões vez em quando. Quando vi tava estressada com as maldades da Cléo Pires pra cima da Juliana Paes. E irrita ver a crueldade e não poder fazer nada – eu que não vou xingar a Cléo na rua, vai que o Fábio Jr resolve cantar, tô fora.

Bom, vamos aos telejornais. Está lá, o deputado se lixando pra opinião pública. Curioso né, o cara está se fodendo pra galera e integra(va) o Conselho de Ética da Câmara. E ainda diz que foi ameaçado pela imprensa. Perdeu o juízo. Agora sim, está se “lixando” hein deputado!

Enquanto isso salve-se quem puder...
Se a arte imita a vida, sem tevê por enquanto. A realidade basta!!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O que beber...


Beber de tudo, desde que seja com parcimônia...

Mesmo que seja quente ou gelado...

O que não pode é deixar de brindar...


Então, um brinde ao novo ano, que começa agora!!!




sexta-feira, 8 de maio de 2009

O que comer...

Comer de tudo, desde que tenha sabor...
Mesmo que não seja o mais saudável...
O que não pode é render-se à paranóia...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Com quem andar...

Com bons amigos, desde que não tenham preconceitos...

Mesmo que não sejam iguais...

O que não pode é impedir a diferença...




terça-feira, 5 de maio de 2009

Por onde andar...


Por qualquer lugar, desde que possa ir adiante...

Mesmo que não saiba onde vai chegar...

O que não pode é parar...




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Depois de uma vida inteira aprendeu que era possível dizer tudo aquilo sem derramar uma lágrima sequer, desde que falasse devagar e baixo. Feria menos, mas não que fizesse diferença. Porque depois de cochichar mágoas de uma vida inteira ainda suplicou um pouco de atenção. Parece que os sussurros de conversa foram baixos demais, embora sem choro. Por fim, além de falar baixo e devagar, aprendeu que era hora de parar – precisava admitir. Então foi chorar quietinha e sem pressa.